imagem: moça,você machista
Desde de sempre a sociedade tenta modelar o comportamento das mulheres para serem submissas aos homens.
As mulheres não chegam a ser proibidas de pensar ou de formular ideias e pensamentos, mas desde bem pequenas são carregadas de informações para se comportarem como desejam e impõem a instituição familiar. São delegadas a elas, papeis sociais nos quais elas aparecem sempre como coadjuvantes das suas próprias vidas sendo sufocadas, oprimidas e limitadas nas em "ações" que foram historicamente construídas pela sociedade, como por exemplo: os afazeres domésticos, os cuidados como os filhos e lar, sem falar na submissão ao marido.
Desde criança as meninas são criadas para atuar na esfera privada, até mesmos nas brincadeiras são incentivadas a se comportarem a restringir seus círculo de amizades, já no que se refere aos meninos são incentivados a explorarem a esfera pública com brincadeiras nas ruas, que gera consequentemente um maior nível de socialização.
Desde criança as meninas são criadas para atuar na esfera privada, até mesmos nas brincadeiras são incentivadas a se comportarem a restringir seus círculo de amizades, já no que se refere aos meninos são incentivados a explorarem a esfera pública com brincadeiras nas ruas, que gera consequentemente um maior nível de socialização.
Autores como Oliveira Vianna, Gilberto Freyre, Sérgio Buarque de Holanda dentre outros analisam esse fenômeno da família patriarcal como em linhas gerais sendo herança do sistema escravista, que houve no Brasil por muitos anos.
Atualidade, na realidade Brasileira este tipo de sociedade ainda se perpetua, apesar do movimento feminista, ao analisar a desigualdade social que acomete as mulheres, terem feito diversas críticas ao patriarcado, pregando a necessidade de sua eliminação para que a desigualdade entre homens e mulheres seja reduzida, e se possa criar uma sociedade mais igualitária e menos discriminatória e exploradora, fica evidente que o lado conservador da sociedade ainda tentam manter esse modelo de sociedade.
Por: Isa Hannah

Nenhum comentário:
Postar um comentário